Ficha de Leonard Pellimes

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Mensagem por Leonard Pellimes em Qua Dez 12, 2012 7:42 pm

---Leonard---{leo}----Pellimes


{Por trás do Personagem... }
    O seu criador!

Nome do Jogador: Rodrigo again
Idade: 14
Há quanto tempo joga em RPGs? Em quais joga/jogou? Ja disse da outra vez, nem sei mais em quantos joguei. Jogo há dois anos, acho.
Como ficou sabendo do Age Of War: É parceiro de um ou dois lugares de avatar onde eu entro.
Frequência na qual entra: Quase todo dia
Outros personagens: O William
Forma de contato: MP e sinal de fumaça \o/.
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{O Personagem}
    A estrela principal

Nome Completo: Leonard Pellimes
Apelido: Leo. Acho que só tem esse '-'
Grupo: Cavaleiro dourado.
Família: x .
Reino: Kallin
Arma: Katares

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{Família}
    Sem ela não existimos.

Nome de Familiares: Pais biológicos --> Orianna e Leon
Mãe adotiva --> Merielle

Status Social: Classe média (não possui muito dinheiro, mas vive em boas condições por causa de seu cargo)

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{Personalidade}
    Bom, ruim?

Personalidade: Leonard sempre foi um cavaleiro pouco comum. Ninguém nunca imaginou que ele seguiria esse caminho. Não parece o tipo de pessoa que usa a força física pra lutar. Um pouco sarcástico e esnobe, é conhecido por andar muito pelas vilas e praças e por encantar o coração de muitas garotas. Sabe como seduzir alguém, e gosta muito desse jogo. Não se importa em quebrar o coração de nenhuma, e está acostumado a todas caindo aos seus pés. Acostumou-se com a vida sendo respeitado, e desenvolveu uma "se achonice" muito grande. Apesar de inteligente, ele acabou desenvolvendo essa personalidade, que ofusca tanto seu eu de verdade que poucos o conhecem.
Qualidades: Leonard se orgulha de tudo. Se orgulha de ter trabalho duro para chegar aonde está, se orgulha de sua ótima habilidade com katares, se orgulha de sua inteligência, se orgulha de todas as garotas que ele já conquistou... São basicamente essas as qualidades dele. Ele também é muito realista e justo, embora poucos percebam essas duas características.
Defeitos: Ele é muito esnobe. Assim, muito esnobe. Também não pensa duas vezes antes de magoar alguém, e não mede as palavras antes de fazer um comentário sarcástico. Não vê valor no coração das mulheres e fala mal das coisas para esconder o que está pensando de verdade. São raras as vezes em que ele realmente compartilha o que acha ou pensa.
Desejos: Ele deseja descobrir quem foi seu pai e quem foi sua mãe. Também deseja descobrir porque não cuidaram dele. No fundo, deseja poder recompensar tudo que Merielle fez por ele, e também quer orgulhá-la. Deseja também, um dia, podem contar aos seus filhos que lutou, e que venceu. E, obviamente, por mais que nunca vá admitir, deseja achar uma mulher com quem ter esses filhos...
Medos: Obviamente, do jeito que Leonard é, ele nunca admitiria seus medos. Porém, ele teme perder Merielle como perdeu seus pais, ele tem medo de perder na guerra, ele tem medo de nunca achar ninguém especial com quem ele quer ficar pra sempre, ele não pode suportar a ideia de nunca chegar a conhecer seus pais biológicos. Ele também tem medo de pessoas que conseguem entendê-lo ou que vêem por trás de sua pequena "camada de pegador".
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{Localização}
    Onde você está?

Onde nasceu: Reino de Kallin
Onde mora atualmente: Em uma pequena vila no reino.
Idade: 21
Data de nascimento: 23/04/1337
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{Seu corpo}
    Tente ser sincero...

Cabelos: Cabelo loiro, levemente ondulado, curto.
Olhos: Azuis claros.
Porte físico/ peso/ altura: Alto, porte físico bom graças ao treinamento, magro.
Marcas de nascença e/ou outros:Uma cicatriz no canto do rosto, ao lado do olho esquerdo.
Photoplayer: Alex Pettyfer
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{História}
    Seu passado nos pertence...

Leonard não se lembra o lugar onde nasceu ou de seus pais, não se lembra de nenhuma parte de sua vida antes de ser doado. A única coisa da qual ele se lembra é o cheiro. Estranho, ahn? Mas é isso mesmo. Leo se lembra do cheiro do lugar onde ele nasceu. A casa? A rua? Não sabe. Mas toda vez que chega perto de uma gardênia, as memórias chegam como ecos. Ele não consegue vê-las, nem concentrar-se o suficiente para entendê-las, mas elas definitivamente estão lá. Claro, ele não sabe o nome da flor, mas que seja.
Cresceu sob o teto de Merielle, uma das faxineiras do rei de Kallin. Ela o educou desde pequeno, e amou-o como seu próprio filho, porém nunca manteve segredos. Era uma mulher jovem quando ele veio a sua porta, de somente 17 anos, e mesmo assim morava sozinha. Apiedou-se dele pois, quando pequena, foi doada a uma cozinheira do castelo, que ensinou-a a servir e ser submissa. Sentiu uma ligação forte com o menino, mas nunca quis que ele pensasse que ela era sua mãe verdadeira. Quando pequeno, ele perguntou uma vez onde estava o pai dele, e ela respondeu-o com sinceridade.
- Leo, eu não quero esconder segredos de você. Sei que é duro, mas você é um garoto forte. - Ela começou, agachando-se e ficando cara a cara com o menino. - Quando pequeno, recém nascido, você foi deixado na minha porta. Havia um cartão muito bem escrito, um papel de carta muito bonito, que pedia para que eu cuidasse de você. Leonard foi o nome que ela te deu. Um nome muito bonito. - O garoto parecia confuso, e um pouco triste. Entenderia exatamente o que ela disse alguns anos depois. - Eu te amo, e pra mim, você será pra sempre meu filho. Só meu.
E realmente, ela mostrou todo seu amor e carinho cuidando do menino. Ele tornou-se alguém simples, simpático, um garoto que todas as mulheres na rua elogiavam. Amava sua mãe e o lugar onde vivia, e sempre foi muito respeitoso. Sabia onde era o seu lugar. E, apesar disso, uma pequena raiva subia-lhe a garganta ás vezes, quando via aqueles nobres tão esnobes, pisando nos de classe mais baixas.
Prometeu que nunca seria assim. E descumpriu aquela promessa, se me permite dizer, de um jeito no mínimo épico.
Ele ainda era jovem, tinha 13 ou 14 anos, quando começou a treinar. Treinava todos os dias, e Merielle se encantava com a graça que o menino tinha. Usava facas de cozinha e bonecos de palha para treinar. Era ótimo em luta, tanto corpo a corpo quanto armado, ainda que com armas tão pequenas e sem graça. Esse esforço e habilidade não passou despercebido pelos cavaleiros de Kallin. Naquela vila, viviam muitos trabalhadores do rei, e por isso várias vezes os cavaleiros passavam por lá. Eles conheciam muitas das mulheres e dos homens, e eram os mais simpáticos dos de classe mais alta que iam para o local.
- Garoto, chegamos a uma conclusão, depois de muito conversarmos. Estamos te recrutando para o treinamento. Se você se mostrar útil, habilidoso e esforçado, um grande destino estará te esperando. - Disse um cavaleiro de feições amigáveis e cabelos pretos, que o interceptou na rua um dia.
- Eu... Eu? Leonard Pellimes? Tem certeza? - Ele perguntou. Mal podia acreditar. Seus olhos brilhavam, sonhadores. Mesmo assim, ele logo se corrigiu. - Digo... É a mim que o senhor dirige a palavra, senhor? - Parecia nervoso, usando palavras demais, evitando contato visual.
- Sim, jovem Pellimes, é a tu que me dirijo. Se estiveres interessado em juntar-te a nós, pode comparecer a sala de treinamentos amanhã, junto ao nascer do sol, não mais tarde nem mais cedo. - O homem fez uma reverência respeitosa, e saiu.
E, obviamente, o garoto estava lá. E com o seu sangue e suor, treinava o dia inteiro, e fazia tudo o possível para virar um cavaleiro. Merielle dizia que ele merecia aquilo, e que ele era um ótimo garoto. Falou, inclusive "Um dia, você será motivo de orgulho para mim. Mais do que já é." E então, o garoto seguiu em frente com o seu sonho. E, enquanto passava mais tempo com os cavaleiros e menos tempo em casa, sua personalidade deu uma grande reviravolta. Quer dizer, não sua essência - esta ainda é a mesma - mas seu jeito de mostrá-la.
Quanto mais importante ficava, melhor se sentia. Ainda fazia tudo por sua mãe, cumprimentava as pessoas na rua, e não deixou de ser querido pela sociedade de sua vila nunca. Lá, continuaria para sempre o pequeno Leo. Porém, ele só passava ali poucas vezes, e quando completou 17 anos, mudou-se da casa de sua mãe. Todo domingo, ele ia visitá-la, almoçava com ela, conversava com as pessoas, e deixava seu antigo e humilde garoto sair. Contava suas aventuras e histórias, e ria com os outros.
Mas, enquanto esse dia não chegava, ele virava outra pessoa. Na frente dos homens e de todas as outras vilas, ele era mais um cavaleiro. Nunca deixou de ser simpático, e cumprimentava as pessoas, mas virou um belo de um galanteador. Todas caíam no charme do cavaleiro dourado, em suas histórias e em seu sorriso. Ele cativava as pessoas, com um grande carisma, porém uma arrogância igualmente grande. Com todo seu esforço e suor, chegou a um lugar que nunca imaginaria, e tornou-se alguém sem medo de magoar as pessoas, com comentários sarcásticos e uma coleção de corações partidos em suas mãos.
Um garoto estranhíssimo, esse Leo. Ou talvez só incompreendido. De um jeito ou de outro, isso não vai dar certo.

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{Teste de ação}
    Testando suas habilidades...

Andei em direção ao parque da cidade. Usava minha roupa do dia a dia, nada extravagante. Era sábado, o que já me deixava um pouco ansioso. Eu sempre adorei domingos. Era o dia de visitar Merielle, e minha vila. Era com certeza o melhor dia da semana, sem nenhuma exceção ou dúvida. Mas, por enquanto, era o dia de se divertir.
Passei meus olhos pelo local, observando as pessoas. Rápido, e ágil, não precisava olhar por muito tempo para cada lugar. As habilidades aprendidas para ser cavaleiro sempre me foram úteis no dia a dia. Observava, olhando devagar, e marcava na minha cabeça onde estava cada garota bonita ou situação que me ajudaria cativar cada uma. De repente, a ideal apareceu.
- Com licença senhorita. Deixastes cair isto? - Perguntei, entregando uma moeda grande para a mulher, de 18 ou 19 anos.
Ela corou, e fez uma pequena reverência.
- Muito obrigado, senhor. - Falou, sem olhar-me nos olhos.
- Ora, por favor. Sem formalidades. - Falei, dando um sorriso galante - Sou Leonard, Cavaleiro Dourado. Qual a sua graça?
- Annelise... - Ela falou. Podia perceber a timidez em sua voz. Entreguei sua moeda, e pisquei para ela.
- Devias tomar mais cuidado com suas coisas, Annelise.
- Sinto muito se tomei -lhe tempo... - Ela disse, automaticamente envergonhada.
Ri, e ela pareceu estar confusa. Ergui um pouco seu queixo com a mão, para que ela me olhasse nos olhos. Não era uma cena comum aquela, e pude ver alguns olhares voltados para mim.
- Irei soltar-te agora, pois sei que senão logo serei intimidado a fazê-lo por algum conhecido teu. - Falei, soltando o queixo da menina com cuidado. - Mas peço-te que, por favor, olhe-me enquanto fala.
Podia ver o rubor no rosto de Annelise, mas ela concordou devagar com a cabeça, e focou os olhos cor de mel em mim. Passei um pequeno espaço de tempo somente fazendo contato visual, e então sorri.
- Melhor assim. Tens olhos lindos, Annelise. - Elogiei-a. Será que aquela garota não pararia de ficar da cor de um pimentão nem sequer por um instante?!
- O senhor que é gentil...
Era uma grande mentira. Ela realmente tinha olhos maravilhosos. Brilhantes, pareciam mostrar tudo que ela sentia. Um livro aberto. Da cor do céu noturno, diferente do castanho de várias outras. Completava seu visual de camponesa disputada, e combinava perfeitamente com seus cabelos pretos como a ônix. A mais bela ônix. Sorri para ela.
- Não, eu sou sincero quando digo-te que és de uma beleza estonteante. O quanto os homens desta vila não dariam para desposar-te? - Falei, erguendo uma sobrancelha. Ela riu, ainda com vergonha da situação.
- Não quero casar-me com o homem que oferecer mais dinheiro pela minha mão. Eu desejo um homem de verdade.
Segurei o riso, e ela não percebeu. As coisas não funcionavam assim. Quem desse mais dinheiro ganhava a menina, todos sabiam disso. Mas pelo visto Annelise era uma sonhadora. Ótimo. Sempre gostei mais das sonhadoras. A conquista é fácil, porém cativá-la requer tempo e dedicação. É um jogo divertido, pois ela rapidamente cai aos seus pés, mas você deve dar tempo, deve cuidar dela, e deve alimentar o que quer que ela sinta por você até estar visível para tudo e todos que ela está apaixonada.
- Bom, Annelise, peço que me dê licença. Tenho muitos afazeres, e por maior que sua beleza seja ou por mais melodiosa que sua voz soe aos meus ouvidos, não posso ficar. Sinto muito. - Peguei sua mão, com delicadeza, e beijei-a, sem para de encarar seus lindos olhos azuis. - Espero encontrar-te em breve.
- Eu também. Adeus, Leonard. - Ela falou. Parecia quase sem ar, e seu sorriso era típico de garotinhas sonhadoras.
Coitada. Não duraria dois dias no mundo real.
Sorri de volta para ela, fiz uma pequena reverência com a cabeça, e dei meia volta. Saí, recebendo uns olhares estranhos de alguns, porém que tentavam disfarçar. Deviam perceber minha posição. O sol ainda estava no topo do céu, o que significava que eu ainda tinha tempo de visitar alguma outra vila nas redondezas...

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Mensagem por Carolinne Harvelle em Qui Dez 13, 2012 7:03 pm
Ficha Aprovada

Está tudo certinho,Leonard!
Espero que se divirta com seu novo personagem,precisando de algo mp-me!
Att.:Carolinne
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