[FP] Markl Castagnier

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Mensagem por Markl Castagnier em Seg Dez 24, 2012 3:09 am
---Markl---{Chin-Hwa}----Castagnier


{Por trás do Personagem... }
    O seu criador!

Nome do Jogador: Max
Idade: 18
Há quanto tempo joga em RPGs? Em quais joga/jogou? Muito tempo :3
Como ficou sabendo do Age Of War: Sou um dos ADMs D:
Frequência na qual entra: Everyday.
Outros personagens: Kwan Finn Donovan [ADM]
Forma de contato: MP ou fala com o Kwan.
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{O Personagem}
    A estrela principal

Nome Completo: Markl Chin-Hwa Castagnier
Apelido: Marklin
Grupo: Mago
Família: Castagnier.
Reino: Neutro - Floresta Negra
Arma: Não tem :/

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{Família}
    Sem ela não existimos.

Nome de Familiares: Pai: Min Dong-Sun, Mãe: Audhild Olsdatter Castagnier, Avó Anya Castagnier.
Status Social: Classe Baixa - Média. (Varia de acordo com os trabalhos que faz)

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{Personalidade}
    Bom, ruim?

Personalidade: Markl é um típico imaturo. Costuma rir de tudo e tem uma falta de vergonha na cara monstruosamente evidente. É muito entusiasmado com o mundo, como se tivesse nascido a cada dia que acorda.

Qualidades: É muito feliz e possui uma energia contagiante.
Defeitos: É desatento, podendo provocar muitas vezes acidentes quanto utiliza a magia.
Desejos: O único desejo de Markl é fugir de seu pai, um Feiticeiro, enquanto isso ele faz trabalhos para se manter e levar a vida.
Medos: . Encontrar seu pai.
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{Localização}
    Onde você está?

Onde nasceu: Numa vila no interior do Reino de Godfrey
Onde mora atualmente: No dormitório das Acomodações Encantadoras de Deidre em Nocte Sine Astrum (Nositrum), na Floresta Negra.
Idade: 17 anos.
Data de nascimento: 12/04/1341
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{Seu corpo}
    Tente ser sincero...

Cabelos: Cabelos negros, lisos, mas como não tem o costume de cuidar muito, parecem ondulados..
Olhos: Variam de acordo com o humor.
Porte físico/ peso/ altura: Recentemnte Markl resolveu cuidar um pouco de seu físico. Foi algo que resolveu aplicar a partir do momento que viu um cavaleiro dourado fazendo exercícios. Aquilo o tocou profundamente e resolveu ser como ele. 65kg. 1,71m
Marcas de nascença e/ou outros:Possui vários piercings na orelha.
Photoplayer: Kim Bum
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{História}
    Seu passado nos pertence....

    Era um belo poente quando Markl nascia. Luzes da pequena vila começavam a acender e todos esperavam o nascimento do maguinho tão esperado por Audhild. A mesma, era uma maga muito conhecida naquela região. As boas línguas diziam que em uma de suas aventuras, conseguiu enterrar uma Hydra com uma só magia. Não apenas por ser conhecida nos arredores, mas por mostrar a todos sua ansiedade em ter o bebê, terminou contagiando a pequena vila à esperar e acompanhar junto com ela o nascimento do mesmo.

    Que Markl era uma vida muito esperada por sua mamãe todos sabiam, todavia, existia alguém que não o queria de forma alguma. Seu pai, Min Dong-Sun, um senhor do extremo oriente havia engravidado Audhild em uma de suas viagens. Seria extremamente ruim haver algum bastardinho seu andando por esse mundo. Min era um cara mau. Muito, muito mau. Um poderosíssimo feiticeiro que ninguém sabe ao certo como conseguiu consquitar a bondosa Audhild Olsdatter. Até porque ele era um descendente de mongol e todos sabem que para dar muita felicidade à uma mulher um descendente negro é muito mais conveniente, se é que me entendem o que me refiro à felicidade. O fato é que - Min, O Feiticeiro engravidou Audhild, A Maga. Algo não estava certo, e Min sabia disso. Como era fluente em execução de rituais, inúmeros foram conjurados para que Miss. Olsdatter falecesse. Era cômodo matá-la, pois o bebê morreria também. Por algum milagre todos os rituais caíram em Markl e esta é a grande causa de ele ser um tremendo azarado.

    Durante muito tempo nada em sua vida dava certo. Aprendeu a falar apenas com seis anos e não sabia por demônios decifrar uma runa das que sua mãe possuía. Era muito lerdo, e todos os passos que sua mãe o ensinava para ser um bom mago falhavam. Nenhum espírito gostaria de utilizar Markl, por mais que seus rituais fossem feitos de modo correto.

    Demorou até que o infortúnio deixasse Markl. Em seus quatorze anos conjurou o primeiro espírito. Chamava-se Hanón e era um espírito que tinha por função bafejar o que tivesse ao seu redor. Parecia obra do destino, já que o jovem de olhos puxados conheceu Hanón em um ritual que decidiria sua vida.

    Quando Markl alcançou os quinze anos, decidiu se mudar para a Floresta Negra. Sua mãe havia morrido, e sofria constantemente perseguiçōes dos capachos de seu pai. Então, ouviu rumores sobre uma aliança que poderia admitir magos. E eram verdadeiras as hipóteses sobre a mesma. É um fato notório que se nao fosse pela proteção do mesmo, muito provavelmente teria sido sequestrado ou morto pelo seu pai

    Aos dezessete anos, Markl busca viver do modo que mais pode aproveitar. A morte de sua mãe foi claramente superada, e tira a força para viver, das aventuras em cada missão que executa.

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{Teste de ação}
    Testando suas habilidades...

Era uma hora da manhã. Markl partia em missão junto com sua mãe objetivando recolher dois colares. Pareciam que tinham poderes mágicos e não poderiam parar na mão de ninguém ruim. O primeiro a se fazer era pegar um navio e partir em direção ao continente. Nunca fora à Grande Porção de Terra, como chamava sua mãe, e para ele tudo aquilo era muito novo. Na noite do dia seguinte, desceram do navio quando chegaram em um pequeno porto. O primeiro fato estranho que pôde perceber era a vegetação, um tanto diferente de onde morava. O ar respirado era diferente também, parecia um pouco mais seco. Contudo o mais peculiar era o terreno. Como era plano! Tudo aquilo era muito estranho para ele, mas seguia na floresta com sua mãe e um pequeno lampião. A mais velha segurava um mapa, um tanto grande, e sabia lê-lo como ninguém.

Passava das três horas da manhã, quando Markl avistava um grupo de pessoas estranhas, cada uma com um colar que provavelmente seriam os necessários para a conclusão da missão. Pareciam dois magos, ou melhor, feiticeiros, pois transpareciam uma energia muito ruim. Sua mãe parou Markl, e começou a conjurar um espírito em um de seus rituais. Sucesso! Havia invocado Trevor, O Espirito Ladrão. Ele era o ideal para aquela situação. Era visível, e estranho. Andando sorrateiramente pegou o colar do primeiro homem sem ao menos o mesmo perceber. Mas que espírito eficiente!

O Segundo feiticeiro, porém, foi o crucial para que tudo desse errado. A percepção do espírito foi tida pelo mesmo, e tudo foi à tona. Trevor, como era covarde, na mesma hora tratou de sumir. O feiticeiro, contudo, possuía um misterioso espírito maligno que identificava possíveis ameaças. E graças à ele, podiam ser vistos Audhild e seu jovem filho.
-Afaste-se, Markl!- Dizia a mãe, se pondo na frente do filho. Certamente não sabia o que fazer. Haviam dois feiticeiros aparentando ser poderosos, e dois magos, uma genial e um... Bom... É melhor pensar que só existe uma maga mesmo.
-Hanón, Markl! Conjure Hanón!- A face de desespero de Audhild poderia ser vista claramente pelos feiticeiros.
Markl lembrara em um dos ensinamentos de sua mãe, do poderosos Hanón. Era um espirito bem forte que fazia uma ventania tremenda. Se conjurado com muita força de espírito poderia provocar até um furacão! Rituais eram de fato demorados, e a taxa de sucesso de Hanón para Markl era realmente mínima.

O jovem mongolzinho puxava os materiais do pequeno saco que levava às suas costas. Ia rapidamente fazendo tudo necessário para o ritual enquanto sua mãe tentava distrair os dois feiticeiros com uma adaga um pouco maior que as normais. A ruiva era uma exímia lutadora com adagas. Por ventura, levava uma que havia sido encantada antes da viagem.

Tudo no ritual parecia pronto, apenas a falta de coragem do moleque empatavam a conjuração. Mas foi quando viu a invocação de um espírito gigante do feiticeiro roubado que sua coragem realmente sumiu de vez. Não era apenas o espírito de um gigante, era o notável Archus, um morto general que só havia falecido pela velhice, pois já vivenciou e venceu mais de mil batalhas. Um lendário general maligno. E ainda por cima, um gigante! As pernas de Markl tremiam, e nenhuma palavra sequer saía de sua boca.

Seu medo durou três minutos. Enquanto sua mãe era completamente humilhada na batalha pelo gigante. Os feiticeiros se deliciavam em ver sangue sendo derramado a cada espaço de tempo. Os segundos iam passando e a porção de sangue visível no chão era cada vez maior. Audhild nunca desistiria, à não ser que morresse. E era o que estava acontecendo. Aos poucos a jovem mãe estava morrendo com os fortes ataques de Archus.

Markl continuava atônito. De súbito foi ouvida uma voz imponente. -Não vais validar?-
Incrívelmente o medo do jovem foi aumentando cada vez mais ao ouvir aquela voz. Ela não parecia real, figurava-se provavelmente de seus pensamentos.
-Validar...? O que eu poderia validar? Para quem eu o faria?-
-Valide o Ritual. Tu me conjuraste, pequeno Markl.
-Ha..Han...Hanón? Eu obtive sucesso ao conjurar-te?!- O pequeno perguntava tremendo, enquanto tocava nos materiais sobrepostos de qualquer maneira, e pronunciava frases em um latim pouco fluente, mas o suficiente para dar vida à poderosa magia de Hanón.

O medo era um sentimento tão intenso em Markl, que parecia ser o que dava força para o espírito se manifestar.
Um vendaval inexplicável acontecia no local, árvores eram sopradas como se fossem folhas, o gigante fora jogado para muito longe, desaparecendo e voltando para seu local de origem. Os feiticeiros precisaram de cuidado para não serem muito afetados, contudo, sem a presença do gigante, nao seria conveniente presenciar o lugar.

Hanón sabia das necessidades da missão, e tratou de focá-la antes de mais nada.
Em questão de segundos, nada mais podia ser visto em um raio de dois quilômetros. A não ser três coisas. Cerca de dez metros de Markl, haviam os dois colares que o jovem necessitava para concluir a missão. Há cem metros, aparecia a mãe do mais jovem, caída e aparentemente desacordada. Markl, sem olhar para os colares, foi em direção de sua mãe, que estava com os batimentos fracos em demasia.
Por infortúnio, o jovem não lembrara de nenhum ritual de invocação de algum espírito que tivesse o poder da cura.
Assim, até o amanhecer, esperou com sua mãe a morte da mesma.

Apesar de tudo, o pequeno Markl sabia que para executar o ritual de Hanón, certo preço deveria ser pago. A única dúvida sempre presente na vida de Markl era - Para conjurar tal espírito, a fonte de magia foi o seu intenso medo, ou a vida de sua mãe?
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Mensagem por Carolinne Harvelle em Ter Dez 25, 2012 7:50 pm
Ficha Aprovada

E depois vem me chorar que escreve mal rum'
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