[FP] - Brom D. Gray

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Mensagem por Brom D. Gray em Seg Dez 24, 2012 4:54 pm

Brom----Darius----Gray


{Por trás do Personagem... }
    O seu criador!

Nome do Jogador: Gui.
Idade:
Há quanto tempo joga em RPGs? Em quais joga/jogou? Já dito em outras fichas.
Como ficou sabendo do Age Of War: Já dito em outras fichas.
Frequência na qual entra: Já dito em outras fichas.
Outros personagens: Balian e Petrick
Forma de contato: Chama-me o nome e lá estarei quando precisar.
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{O Personagem}
    A estrela principal

Nome Completo: Brom Darius Gray
Apelido: Blackheart antigamente, Black Eyes atual.
Grupo: Cavaleiros Negros
Família: Gray.
Reino: Harsnok
Arma: Como cavaleiro negro fui treinado em diversos tipos de combate, desde lanças até machados de guerra, passando por alabardas, espadas de uma mão, escudo, machado e espadas de duas mãos. No entanto, tenho uma melhor perícia com armas de duas mãos, como machados de guerra e espada de duas mãos.

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{Família}
    Sem ela não existimos.

Nome de Familiares: Krom Luke Gray - Pai, Ex-Cavaleiro e Ex-Conselheiro Real; Adalind Hunt - Mãe; Balian M. Gray - Irmão mais novo, Caçador(21 anos); Victória Blacktree - Irmã mais nova, bruxa (25 anos); Eleanora Flare Gray - Irmã mais nova(16 anos).
Status Social: Classe média. A familia Gray traça sua história até Edward Gray, filho bastardo de um rei. Por esse ancestral, a familia Gray tem seu prestígio, no entanto os nobres da corte têm certa antipatia, por serem ser de origem bastarda. Atualmente a familia tem como sua maior fonte renda duas oficinas de armeiros em Kraft.

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{Personalidade}
    Bom, ruim?

Personalidade: Brom foi criado na corte, assim adquirindo um vocabulário único. Tendo sido treinado desde os 7 anos, a lealdade ao seu rei e ao reino e a obediência são naturais a si desde bem cedo. Desde bem pequeno Brom aprendeu a manter as aparências perante a corte, criando assim duas personalidades completamente distintas. Uma simpática, educada e sorridente. Outra sádica, rude, violento, cruel e com um sorriso maligno.
Qualidades: Forte, dedicado, leal, confiável, cordial, cavalheiro e inteligente.
Defeitos: Sádico, ignorante, violento, irritante, rude e insano.
Desejos: Meu maior desejo é a vitoria de meu reino sob o reino de fracotes que é Kallin. Desejo um dia ser um dos conselheiros do rei.
Medos: Temeria a morte de meu rei se eu não conhecesse aquele que o protege. Temeria a derrota de meu reino, mas sou um dos que por ele luta. Então pelo que me sobra temer? Família? Deixei-a há muito tempo, se quer tenho certeza se ainda faço parte da mesma. Amigos? Meu único amigo é minha espada. O que temer poderia um ser como eu temer a não ser eu mesmo ? Minhas falhas, meus erros, minhas perdas de controle. Tudo isso constituiu meu medo. Meu medo é decepcionar meu rei e meu reino.
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{Localização}
    Onde você está?

Onde nasceu: Harsnok, Kaft.
Onde mora atualmente: Castelo, Quartel dos Cavaleiros Negros.
Idade: 27 anos.
Data de nascimento:13/10/1331
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{Seu corpo}
    Tente ser sincero...

Cabelos: Cabelos pretos na altura dos ombros, lisos.
Olhos: Olho direito é verde escuro. Olho esquerdo tapado por um tapa-olho.
Porte físico/ peso/ altura: Bastante forte, 1,89m, 87kg.
Marcas de nascença e/ou outros:"Tatuagem" queimada a ferro no ombro direito com o simbolo do reino de Harsnok e cicatrizes em volta do olho esquerdo, tapadas por um tapa-olho preto.
Photoplayer: Ben Barnes.
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{História}
    Seu passado nos pertence...

Brom nasceu no dia treze de outubro de 1331. O trágico dia de um terrível mês de um dos piores anos do reino. Todo o reino sofria com a doença chamada de "A Perdição" que praticamente dizimou a população mais pobre do reino, unido ao grande incêndio de Kraft que matou muitos e deixou sem moradia quase metade da cidade e exatamente no mesmo dia da morte do lendário espadachim Muramasa, o Espada Demoníaca.
Alguns poderiam dizer que por essa série de fatores eu seria alguém de muito azar, talvez eu seja, que se danem todos, não acredito em morte ou azar acredito em vida, em morte e em força. E por isso fui governado, pela vida, morte e força.
Nasci na família Gray, ricos, mas sem grande status social. Com 7 anos, passei a ser treinado para ser um cavaleiro negro, por isso passei a viver no castelo. Fui treinado. E ainda mais treinado. E um pouco mais. Até que aos 18 anos meu avô morreu. Sendo que meu pai já não tinha idade para lutar, eu deveria receber a espada da família, mas não, o que ele fez ? Deu para o lixo do meu irmão mimado. Coloquei-o em seu lugar. Em apenas um duelo singular ensinei tudo o que ele não havia aprendido. Ele não podia viver achando que o mundo era como nas malditas historias do meu avô. Depois disso, o garoto acabou se tornando um caçador, nada mais adequado a alguém como ele. E então, continuei meu treinamento, me tornando cada dia mais forte, mais rápido, mais astuto. Até que enfim fui escalado para uma missão.
Matar uma feiticeira que havia usado poderes demoníacos para colocar uma vila a sob sua liderança. Ou seja, um idiota. Era uma missão ridiculamente fácil, mas com muitas variáveis. E foi exatamente uma dessas variáveis que fez dar errado. Por pior que fosse a feiticeira, um ex-amante não deixa de amar tão facilmente. Então, exatamente quando estava frente a frente com a feiticeira, um ex-amante de pôs a minha frente. Sem exitar, ergui minha espada, Retalhadora, e desci, atingindo o ombro do rapaz, quase o cortando ao meio. Aquilo foi tempo suficiente pra feiticeira começar um tipo de feitiço. Lancei-me a frente num impulso. Mas não rápido quando o feitiço ou o que fosse que saiu da feiticeira. Num segundo estava indo na direção da bruxa, no outro em lugar nenhum. No outro segundo fechei meu olho esquerdo. E matei a feiticeira.
Desde então, só abri meu olho esquerdo um vez. Num duelo com o líder dos Cavaleiros. Desde então sou chamado de Brom Olho Negro...


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{Teste de ação}
    Testando suas habilidades...

A vila estava silenciosa. Era dia, então a feiticeira deveria estar mantendo todos na floresta. Andei sem fazer qualquer cerimônia. Desembainhei a Retalhadora, andando diretamente para a maior casa da vila. Dois esquilo e dois cães tentaram me atacar, livrei-me deles apenas com um chute reforçado por minha armadura. Numa hora mordiam minha armadura quebrando seus dentes e na outra tinham seus crânios esmagados pelo peso das botas da armadura negra. Continuem meu caminho passando pelos corpos inertes. Alguns segundos mais e cheguei a frente da casa da feiticeira.
Chutei com força a porta, derrubando-a. A mulher olhava meio horrorizada meio sorridente. Dei dois passos e um homem meio garoto entrou na minha frente gritando qualquer babaquice e chorando. Levantei a espada e desci rápido, quase partindo-o ao meio. A feiticeira que estava surpresa anteriormente, agora falava um monte de palavras que ao meu entender não era nada além de balbuciações sem sentido. Tomei impulso e me lancei pra frente, arrastando a ponta da espada no chão.
Estava na escuridão. Não havia nada. Não estava em qualquer lugar. Nada me segurava o chão e não havia chão. Nenhuma indicação de cima ou baixo. Só a escuridão. Só a inexistência. Mas então, algum tipo de fumaça ou sabe-se lá o que. Algum tipo de coisa disforme.
- Você é um humano interessante. Façamos um acordo. Te dou um presente e você me dá... Seu olho esquerdo. - era uma voz estranha. Não era como se ela saísse da coisa, era como se o som saísse de todo o lugar.
- Eu... O quê ? Ah dane-se ! Não deve me falar coisa com coisa. - gritei sem gritar, o que me surpreendeu. Não tinha intenção de falar, eram meus pensamentos... - Okay, aceito.
A voz gargalhou. E estava novamente exatamente onde deveria. Ainda corria e a feiticeira estava bem à minha frente. Levantei a espada, cortando uma longa linha em seu corpo, fazendo suas tripas saírem e todo o seu corpo tremer. Sua garganta rouca soltou um grito e lágrimas saíram de seus olhos. Pela primeira vez ela pareceu perceber o homem morto e soltou outro grito e virou seus olhos para mim que se arregalaram ao pararem em meu rosto. Meu olho esquerdo estava fechado. Ela abriu sua boca e caiu de joelhos, mas antes que ela dissesse o que quer que fosse dizer, eu cravei Retalhadora em seu coração, atravessando sua espinha e saindo por suas costas. O sangue borbulhou em seus lábios e as tripas saíram todas. Estava morta.
Num único golpe arranquei sua cabeça. Queimei a casa e coloquei a cabeça num saco de pano. Ele seria a prova de minha vitória.
Mais tarde, olhei-me num espelho d'água. Haviam marcas de arranhões ao redor de meu olho esquerdo, como se ele houvesse sido arrancado à unhadas, mas eu ainda o sentia, não, eu sabia que ainda tinha meu olho. Mas deixei estar como estava. Aquele não era mais meu olho...


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Mensagem por Carolinne Harvelle em Ter Dez 25, 2012 7:12 pm
Ficha Aprovada

Bem,achei bem interessante a história,espero que se divirta com o Brom também!
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