VENDETTA...

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Mensagem por Klaus Ethan Michael em Qui Dez 06, 2012 8:29 pm
Depois bolo algo legal pra por aqui....
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Mensagem por Klaus Ethan Michael em Qui Dez 06, 2012 9:08 pm

I


As margens do pequeno podia-se ver ao longe dois vultos. Posicionados com armas em mão, dois homens ficavam fazendo a guarda naquela noite. A escuiridão era tamanha que parecia não poder ver-se nada alem de dois metros de distancia. Tudo estava mudo. O silencio era tal que chegava a ser perturbador. A unica coisa que podia-se ouvir eram os murmúrios baixos dos dois homens e o barulho das águas do rio, que corria lentamente
pela escuridão profunda.

- Isso é injusto - reclamava um deles - Temos que ficar doze horas aqui enquanto
aqueles molengas se divertem na festa.
De fato não muito longe dali ocorria uma festa. Homens se divertiam com mulheres e bebidas. O bando de ladrões, assassinos e estupradores se divertia com os bens que havia saqueado de uma fazenda não muito longe dali.O outro calado apenas concordava. De repente eles se calam e ao longe enxergam um barco vazio vindo na direção deles. Pelo menos era o que parecia. O barulho do barco velho rascando as aguas era muito estranho.

- Alto lá - Grita o que estava calado, enquanto os dois homens se levantam e apontam os arcos em direção ao pequeno barco. Mas nenhuma resposta vem da escuridão. Demoram-se alguns segundo. E então se houve um zunido. Rapido e fraco. O homem que outrora reclamava leva a mão ao pescoço e para sua surpresa sente uma flecha cravada nele. Fora tão rápida que ele nem sentira. o sangue começou a esvair rapido do homem, enquanto ele tentava balbuciar alguma coisa. O calado se ajoelha deo seu lado e tanta puxar a flecha o que fez com que saisse mais sangue. em poucos segundos o brilho deixa os olhos do homem e ele morre.

- Maldição- Sussurra o sobrevivente que logo depois se vira para o barco. Debaixo da água , ao lado do barco uma cabeça coberta aparece. O jovem faz mira e se prepara para disparar o seu arco. Mas é surpreendido... O homem fora mais rapido e havia simplesmente sumido. O rapaz começa a se desesperar e pensa em fugir. Mas ao se virar dá de cara com um vulto enorme a sua frente. Com suas vestes verdes escuras e de capuz, o vulto personificava a morte. O jovem dá dois passos para trás, mas antes que possa gritar por ajuda sente uma dor no peito. Uma enorme adaga estava enfiada nele.

- Morra maldito... Foi a ultima coisa que ouviu antes de entrar na escuridão.




15 horas antes...




- Já decidi e você não me fará mudar de idéia- fala o arqueiro irritado, enquanto entra em seu quarto. Lucien o seguia de perto tentando faze-lo mudar de opinião.- Mas Klaus, e o exercito? e o Rei? o que direi a ele? pergunta o homem que o seguia - Sem contar que o Rei não ficara nada feliz com a sua saida.. Por alguma razão o jovem ilusionista tentava fazer com que Klaus desistisse de sua vingança pessoal.

Ligando para a presença do companheiro de grupo, Klaus começa a vestir a sua armadura. As roupas verdes de sempre o seu casaco e as suas adagas. E por fim o velho arco, companheiro de tantas aventuras e sua arma mortal. -Não diga nada, apenas que eu tive que me retira por um tempo. Quanto ao
Rei, eu já ajudei muito ele. Ele bem sabe que o que eu faço, faço bem feito.



Por fim Klaus veste uma capa negra por seus ombros, escondendo sua armadura e suas armas. Se aproxima de seu companheiro e poe a mão em seu ombro. Depois de alguns anos convivendo com o iliusionista Klaus i tratava como um irmão.- Lucien. Sei o quanto e difícil para vocês eu ter que sair. Mas é só por um
tempo meu amigo.
Klaus já não era mais o jovem que se achava demais. O recluso, o animal. Apesar de ainda ter todos esses "nomes" atribuidos a sua pessoa. Com o grupo ele era diferente.


- Volto em breve, meu braço direito. Enquanto isso tome conta do grupo. Não deixa ninguem se machucar. Como se isso fosse acontecer. Ele riu. Era verdade após esses anos, o grupo tinha se tornado tão temido que a simples menção em seu nome já causava medo.

NOW...

Depois de ter arrastado os dois corpos para dentro do rio, Klaus se para a cerca de uns 100 metros do local ande ocorria a tal festa. Mentalmente ele conta quantos inimigos terá que enfrentar. Rapidamente um plano se desenvolve em sua mente. Pega a primeira flecha e a poe no arco. Mira ela certeira na cabeça do homem que ao seu ver parecia ser o lider. Sentado no que parecia ser um trono improvisado, o homem segurava em uma mão um copo de vinho e na outro segurava os cabelos de uma mulher. Provavelmente uma refem. Com o alvo certo Klaus nem ao menos pisca. Larga lentamente a flecha que voa rapida e certeira em direção ao algo.

- Morra.

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